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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Fábio Costa encara chance de recomeço e dança de goleiros no Atlético

Apresentado oficialmente pelo Atlético na tarde desta segunda-feira, Fábio Costa tem pela frente dois desafios: retomar a carreira, após um ano de inatividade, e pôr fim ao rodízio de goleiros no Galo. Só este ano, ele é a quarta tentativa para a camisa 1.

“É um recomeço. Fiquei um ano parado, mas vinha treinando bem no Santos. Não estava jogando por opção da diretoria, mas treinava normal. Estou apto e 100% para ajudar o Atlético no momento em que for solicitado”, disse o goleiro, emprestado pelo Santos até o final de 2011.

Fábio Costa não atua em um jogo oficial desde junho do ano passado, quando se lesionou, justamente numa partida contra o Galo. Depois disso, entrou apenas num amistoso.

Quarto goleiro a ser estado pelo Atlético na temporada, ele é o sétimo a passar pela posição desde a venda de Diego Alves, em 2007, para o Almeria, da Espanha. Antes dele, o clube tentou Juninho, Édson, Bruno, Aranha, Carini e Marcelo. Fábio Costa minimizou a situação:

“Essa questão de crise, de insatisfação de pessoas com relação aos goleiros do Atlético, eu não vejo dessa forma. Todos os goleiros estão aqui pela qualidade deles. Infelizmente, no futebol, nem tudo ocorre como a gente espera. Se não joga bem aqui, acaba jogando bem em outra equipe. Todos têm qualidade. Eu estou me juntando para dar mais qualidade para brigar pelo titulo e pela Libertadores”, disse.

Um dos trunfos de Fábio Costa é o preparador de goleiro Eduardo Bahia, com quem trabalhou no Vitória e no Santos: “Comecei com ele a minha carreira quando eu tinha 14 anos”, disse. “Com ele, o trabalho do campo tem que ser forte sempre. Você não ganha a partida na véspera. Ganha no dia a dia”.

Desculpas

Ao torcedor do Atlético, Fábio Costa aproveitou para um pedido de desculpas. Em 1999, quando jogava pelo Vitória, ele se envolveu em uma grande confusão contra os jogadores atleticanos no estádio Independência. A briga se espalhou pelas arquibancadas, mas envolvendo torcedores e policias.

“Na verdade, foi uma coisa imprensada, de impulso e de imaturidade pela própria idade. A vida acaba ensinando muito para a gente. As atitudes que eu tinha lá atrás, faria hoje diferente. Se algum torcedor se sentiu ofendido, aproveito para pedir desculpas e dizer que estou aqui agora para ajudar”.

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